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Reflexões, citações, crônicas e extrações sobre filosofia, literatura, espiritualidade, emoções, percepções e sentimentos, e um plus para tudo o que vier na mente.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O meu menino, minha estrela perdida


Quando aportaste em meu destino
Tratava-se apenas de um menino
Menino vadio, de sorriso fácil
E mesmo sem nunca ter te visto os olhos, sabia-os tristes.
O meu menino, minha estrela perdida
Aquele por quem daria a minha vida
E ainda, aquele por quem me perdi.
Menino que me afagava com sua gentileza
Que me fazia sonhar com sua delicadeza
Anjo de luz que me fez (faz) sorrir.
Por alguma razão, esta mesma, a vida
Descruzou nossos caminhos e soltou-nos
Esquecendo-se de desfazer o nó que nos unia
E embora, siga eu vivendo sem você
O sinto como junto a mim todos os dias.
É estranho... É como se eu pudesse te ver...
É como se eu sentisse o que tu sentes...
É como se nunca estivéssemos separados...
E me pergunto: sentirás tu os mesmos primores? Mesmo envolvido em outros amores?
Esse amor, meu menino, vem de outros tempos, de outras vidas...
É maior que eu, que tudo, que nada...
Incontrolável, indizível...
Causou-te fuga e o medo
Causa-me dor e saudade...
O que do mundo não daria
O que não faria
Para ao menos abraçar-te...
Ver-te homem tornar-te...
Oh, meu menino
Comigo guardo duas certezas...
Uma, que esse amor é além da vida, acima das coisas desse mundo...
E a outra,
Jamais vou te esquecer...
Embora, jamais seja promessa perigosa,
Ah, alma gêmea de minh’alma
Levo-te comigo como a prece cariciosa que promete um recomeço...
Em outro tempo, em outro lugar...
Meu amado menino...  

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