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Reflexões, citações, crônicas e extrações sobre filosofia, literatura, espiritualidade, emoções, percepções e sentimentos, e um plus para tudo o que vier na mente.

domingo, 7 de novembro de 2010

Julgar

É perigoso julgar. O homem não conhece nem a si mesmo. Forma opinião excessivamente lisonjeira de si e apega-se a essa ilusão, pensando que é aquilo que desejaria ser, sentindo-se com direito de julgar o seu próximo.
Quando acusamos alguém, na verdade estamos tentando encobrir as nossas próprias faltas. Nós não temos o direito de julgar nem de tentar enquadrar a atitude do próximo no nosso conceito pessoal de certo ou errado.
Julgar não leva a nada. Quando abandonamos a necessidade de estar sempre classificando as coisas como boas ou más, certas ou erradas, sentimos um silêncio maior em nossa consciência. É importante nos afastarmos de definições, rótulos, descrições, interpretações, avaliações, análises e preconceitos.
O ideal seria acordar e determinar: “Hoje não julgarei nada que aconteça”. Todos os dias.

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