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Reflexões, citações, crônicas e extrações sobre filosofia, literatura, espiritualidade, emoções, percepções e sentimentos, e um plus para tudo o que vier na mente.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Afinal, afetos não se perdem...


Acontece muito isso, talvez tenha a ver com ciclos se renovando. Pessoas entram em nossa vida e se tornam tão importantes; outras, que pareciam fundamentais acabam desaparecendo... Lembro de uma fala que constei no último livro através da boca de um personagem:

- Pessoas são como peças em um jogo. Na hora certa, elas sempre voltam.

E acho que é assim mesmo. Ninguém se vai para sempre, ninguém chega para ficar... É aquela velhíssima tecla que tanto bato:
Quem ama, liberta.
Quem diz amar e não liberta, aprisiona a si mesmo. Na vida, a todo momento, uns se vão e outros chegam e nossos corações estão sempre repletos de afetos. Afinal, afetos não se perdem. É uma daquelas coisas que quanto mais damos amor, mais temos e atraímos para junto de si... A vida é mais bela e infinita do que supomos. Deus, que nos uniu nas estradas do mundo, não poderá separar-nos para sempre... 

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