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Reflexões, citações, crônicas e extrações sobre filosofia, literatura, espiritualidade, emoções, percepções e sentimentos, e um plus para tudo o que vier na mente.

sábado, 19 de maio de 2012



O que me mata de agonia é esse medo que as pessoas têm de viver. Esse mergulho nas coisas do mundo, essa fuga do mundo dos sonhos, esse desejo de vida que não sai do imaginário. O que me mata é ter muito amor para dar e pessoas não disponíveis a recebê-lo, a vivê-lo até o final, a arriscarem. É tentar dizer que gosta de alguém, que quer viver esse sonho e ver a pessoa fugindo das coisas antes de acontecerem. É ver gente pulando fora do que poderia ser incrível por ter “medo de se machucar”. É ver gente existindo fingindo que vive. O que me mata de agonia é sentir falta de gente de verdade. Que arrisca tudo, que vai até o inferno, que se entrega, que cai porque sabe que vai levantar. De gente que mergulha, que se afunda, que tenta, que crê, que ousa. O que me mata de agonia é essa gente se protegendo... De se ferir? Não, de viver...

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