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Reflexões, citações, crônicas e extrações sobre filosofia, literatura, espiritualidade, emoções, percepções e sentimentos, e um plus para tudo o que vier na mente.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Segura


De repente, você passa a gostar de tons terrosos. Brinco de pérola. Rosa antigo no batom, blusa branco marfim. E dá um trabalho fazer aquela maquiagem que finge que não se está maquiada. De repente, passa a admirar tudo o mais natural possível: nude, batom malva, lápis marrom, sapato baixo, rabo de cavalo. Simplicidade. Discrição. A blusa folgada deixa mais confortável. O cabelo curto deixa mais à vontade. E o mais incrível é que Coco Chanel descobriu tudo cem anos antes de você!
De repente, o tempo que passa vivendo é mais importante que o que passa se embonecando (de repente, é por isso que pincéis fazem tanta diferença!). A mancha de nascença se torna um charme, as unhas sempre feitas deixam de ser obrigação. O pijama, de repente, é um fetiche – sempre é possível ficar sexy com ele!

De repente, o que os outros dizem não importa tanto. De repente, o que os outros fazem nunca importou. Você percebe que sempre terá alguém para amá-la e admirá-la: é só olhar no espelho. É que, de repente, o perfume não precisa mais ser marcante – você é marcante. E, de repente, você simplesmente está segura. 

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